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•agosto 20, 2011 • Deixe um comentário

Esse post nasceu de um caso engraçado, estava conversando sobre os 4 P’s (do marketing) com uma amiga e descobri que já haviam se tornado 10 P’s. Curiosidade a parte resolvi procurar e descobrir que são esses novos integrantes da famila P.

A tradicional familia contava com os clássicos:

  • Preço
  • Produto
  • Promoção
  • Ponto de Venda

E agora juntam-se ao grupo:

  • Processos
  • Pessoas
  • Posicionamento (ou Phocus – Foco)
  • Pós-venda
  • Evidências físicas (phisical evidences)
  • Fornecedores (providers)
Nota-se claramente que alguns dos P’s se tratam de avaliações voltadas a serviços (fugindo do modelo tradicional de produtos de varejo).

Os processos, que se referem à maneira de se fazer negócios, onde é considerada a visão do cliente em relação a falhas e méritos durante a prestação de um serviço. Já as estratégias relacionadas a Pessoas estão compreendidas as ações de relacionamento com o cliente.

O Posicionamento é um “P” de importância estratégica, uma vez que permite que a empresa se oriente em relação ao seu publico, planeje suas ações com o intuito de alcançar o objetivo traçado e garanta que estas correspondam às expectativas do mercado.

O Pós-Venda, que é praticado por meio da garantia, manutenção, retorno e troca do produto comercializado ou do serviço prestado, revela uma atenção por parte da empresa em satisfazer por completo o seu cliente, o que leva à retenção do mesmo.

As evidências físicas, por sua vez, compreendem aspectos do ambiente da empresa que induzem uma conclusão dos clientes quanto à qualidade da instituição. Assim, organizações que se preocupam, por exemplo, com limpeza, decoração, ausência de ruídos e odores, tecnologias e imagem de seus colaboradores, provavelmente captarão mais clientes do que aquelas que se portam contrariamente ou falham em algum desses pontos.

Os Fornecedores também devem ser vistos como fundamentais para as empresas, pois eles estão inseridos na cadeia de suprimentos e, portanto, atendem a demanda por produtos ou serviços, bem como investem na empresa através da concessão de informação, potenciais clientes e certificação.

A teoria das esferográficas por Douglas Adams

•agosto 12, 2011 • Deixe um comentário

Noutra tarde, numa mesa de botequim estávamos dissecando teorias absurdas e algumas conspirações ( por incrível que pareça não falamos sobre a Área 51). Com o desenrolar da conversa me lembrei de uma teoria muito comentada e pouco difundida: A teoria das esferográficas! Aqui na Terra Brasilis e do pão de queijo alguns a conhecem como invasão das Bics.

O trecho abaixo foi extraído dos livros do Douglas Adams, cuja a leitura de todos é extremamente recomendada.

Formulada por um certo Veet Voojagig, um jovem e tímido estudante da Universidade de Maximegalon, que seguiu uma carreira brilhante estudando filologia arcaica, ética transformacional e a teoria ondulatória-harmônica da percepção histórica, e que, após uma noite bebendo Dinamite Pangaláctica com Zaphod Beeblebrox, começou a ficar obcecado com o que teria acontecido com todas as esferográficas que ele havia comprado nos últimos anos.

Seguiu-se um longo período de pesquisas meticulosas, durante o qual Voojagig visitou todos os principais centros de perdas de esferográficas da Galáxia, e terminou formulando uma curiosa teoria que se popularizou muito na época. Em algum lugar no cosmos ― afirmou ele ― , além de todos os planetas habitados por humanóides, reptilóides, peixóides, arvoróides ambulantes e tons de azul superinteligentes, haveria também um planeta habitado exclusivamente por seres vivos esferografóides. E era para esse planeta que iam todas as esferográficas perdidas e abandonadas, escapulindo por buraquinhos no espaço para um mundo onde elas podiam viver uma vida esferografóide, reagir a estímulos de caráter eminentemente esferografitico ― em suma, levar a vida com que sonha toda esferográfica.

Como teoria, isso era bastante interessante. Mas, um dia, Veet Voojagig resolveu afirmar que havia descoberto esse planeta, onde teria trabalhado por algum tempo como chofer de uma família de canetas verdes baratas de ponta retrátil. Então Voojagig foi internado, escreveu um livro e terminou como exilado tributário, que é o que costuma acontecer com aqueles que fazem papel de bobo publicamente.

Quando, um dia, foi enviada uma expedição para as coordenadas espaciais onde, segundo Voojagig, se encontraria o tal planeta, acharam apenas um pequeno asteróide cujo único habitante era um velhinho, o qual vivia afirmando que nada era verdade, se bem que mais tarde constatou-se que ele estava mentindo.

Porém permaneceram sem resposta duas questões: a misteriosa quantia anual de 60.000 dólares altairenses depositada na sua conta, em Brantisvogan; e, naturalmente, a lucrativa empresa de comércio de esferográficas de segunda mão de propriedade de Zaphod Beeblebrox.

3 caras numa volta ao mundo em 3 minutos

•agosto 11, 2011 • Deixe um comentário

Move, Learn e Eat mostram a viagem de 3 amigos durante 6 semanas, ao redor do mundo (mais precisamente 11 países). Adorei todos, principalemnte o Move que contou com uma edição super interessante. O lance legal dos vídeos é mostrar como cultura, arquitetura e culinária podem ser tão diferentes e ao mesmo tempo instigantes.

A grande lição de tudo está no Learn onde podemos refletir que ainda somos muito pequenos perante a imensidão de coisas que ainda temos para aprender.

Pôneis malditos: o poder do jingle

•agosto 1, 2011 • 3 Comentários

Um dos principais trends do Twitter neste final de semana foi a nova campanha publicitária da Nissan “A maldição dos pôneis malditos”. Putz! Como uma musiquinha tão simples conseguiu se proliferar em tão pouco tempo?!? Já foram mais de 2 milhões de visualizações em 3 dias. Fodástico.

Porém meu intuito hoje não é falar sobre pôneis ou cavalos, mas sim falar sobre como um jingle pode ser uma forma estupidamente eficiente de se comunicar e gerar um buzz sem proporção. Como já diziam os bardos lá na idade média, a vida é som e fúria. Para nós publicitários, música comunicativa e fúria criativa. Lá pela década de 1930 foi o início da chamada “Era de Ouro do Rádio” que coincidiu com a criação dos setores comerciais e da crescente demanda por anunciantes. Por se tratar de um meio de comunicação unicamente sonoro (obviamente) era necessário que cada anunciante conseguisse incrustar de alguma forma sua marca ou produto na cabeça dos ouvintes. Dizem que o primeiro jingle produzido no Brasil foi para uma padaria de um português, que era mais ou menos assim (em ritmo de fado, 3,2,1…):

Oh, padeiro desta rua, tenha sempre na lembrança, não me traga outro pão que não seja o pão Bragança;

Pão inimigo da fome. Fome inimiga do pão, enquanto os dois não se matam, a gente não fica na mão;

De noite, quando me deito e faço a oração, peço com todo o respeito que nunca me falte o pão”.

De toda forma a cerveja Brhama conta a vantagem de ter feito o primeiro jingle de sucesso no país:

Felizmente as coisas melhoram =) Atualmente o rádio no Brasil continua sendo uma mídia forte nas camadas mais populares e a utilização dos jingles mostra uma ferramenta capaz de chegar mais perto do consumidor por possuir maior longevidade na mídia. O jingle é como aquela canção favorita, que pode ser ouvido dezenas de vezes sem perder a validade.

Esse post é dedicado à Grazi, que foi minha professora de Rádio durante a Faculdade e ao pessoal do Estudio HP, em especial ao Gustavo, que aturaram lá pelos idos de 2002 uma turma de loucos alunos de publicidade toda semana fazendo bagunça no estúdio.

E pro Galo [atualizado]

•fevereiro 2, 2011 • Deixe um comentário

Na camisa listrada deixo 3 listras grossas e nas costas a proposta é a volta o Galo Volpi e utilização de números brancos.

Na camisa 2 deixamos o branco de férias(que acabou virando camisa de treino, branco com detalhes rosas)  e usamos griz (um cinza escuro) na camisa e meias, usando recorte simples (a lá Internacional)

Em ambas haveria uma linha amarelo ocre descendo pela lateral da camisa, dos calções e nas meias

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Recamisando a seleção

•fevereiro 2, 2011 • 2 Comentários

Essas seriam as mudanças que eu proporia para as camisas do selecionado tupiniquim.

Usando o template do Arsenal. usaria mangas com punhos verdes mais grossos e completaria as listras no peito, tentando brincar com o modelo utilizado nos jogos olimpicos de 198x (não me lembro o ano mas o Romário usou tal camisa).

A camisa reserva teria a mesma cor, porém com apliques em azul marinho para combinar com o calção da camisa 1

E por fim a camisa preta, onde faria um efeito de linhas pontilhadas em degradê.

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Pra falar de futebol a assessoria de imprensa

•janeiro 6, 2011 • Deixe um comentário

Nos últimos dias assistindo ao show midiático do Ronaldinho Gaúcho e lendo algumas notícias sobre meu time, o Galo, me peguei pensando numa tendência interessante que o clube tem adotado: relacionamento e imprensa. Quando assumiu a presidência do clube no ano passado, Alexandre Kalil promoveu uma grande limpa em todos os setores do clube; da equipe de futsal ao dpto de Marketing do clube.

Essa limpa não foi bem vista por boa parte da torcida, principalmente no que se referia às ações de Marketing do clube. Segundo o mandatário do clube “Marketing seria feito no campo”.

Infelizmente não foi o que houve tendo em vista a campanha ruim no Brasileirão. Acompanhando os noticiários, percebia que a imprensa tinha cada vez menos acesso às notícias internas do clube, brigas ou desentendimentos do elenco nunca vieram à tona e o turbilhão de cobranças da torcida contrastava com a placitude dos atletas. O principal canal de informações exclusivas do clube deixou de ser esse ou aquele repórter para ser o Alexandre Kalil. O twitter tomou conta do noticiário do Atlético. Atitudes, mensagens de apoio, contratações todas vindas de uma única fonte e para desespero da imprensa nunca era exclusiva e proporcionava o mesmo impacto tanto nos jornalistas quanto na torcida. Silenciosamente víamos nascer a “Agência Galo“, um grupo de profissionais que realizava sem muito alarde um excelente trabalho de relacionamento disponibilizando para o torcedor conteúdo exclusivo e absolutamente gratuito.

Destaco nessa empreitada a TV Galo com sua cobertura diária do clube, as contas de Twitter com informações exclusivas e em tempo real, além claro da assessoria de imprensa disponibilizando press releases e fotos do dia a dia do grupo. Para muitos pode parecer mais que a obrigação de um clube dispor dessa estrutura. Porém estamos falando de Brasil, onde o futebol se profissionalizou apenas em 2003.

Num esporte onde cada dia mais a grande mídia se apega a poucos times, acho válida a atitude do Galo em valorizar um produto tão intangível como a informação. Informação é o que gera expectativa, que alimenta a torcida e sem sombra de dúvidas quando bem tratada serve como um canal de relacionamento excepcional.

 
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